sábado, 4 de janeiro de 2014

Hómi Page – Pelos Direitos Masculinos

Hómi Page – Pelos Direitos Masculinos

Você que é por muitas vezes oprimido, vítima de incompreensões, excesso de ordens, obrigações e atrocidades cometidas pelo sexo feminino e não tem onde se defender, nós abrimos esta página para que o seu desabafo seja visto.
Você perceberá que não está sozinho e tem amigos neste mundo.

Mas atenção para alguns cuidados:

1.  NÃO CITAR NOMES (POR MOTIVOS LEGAIS, SÓ VALE O SEU QUE É A VÍTIMA);

2. ESPERAR PASSAR A RAIVA PARA POSTAR (COM RAIVA PODEMOS FAZER BOBAGENS – ENQUANTO ISSO SOQUE A PAREDE E NÃO QUEBRE O CELULAR);

3. NÃO USAR PALAVRÕES E NEM AGRESSÕES (PODE XINGAR, É SÓ NÃO ESCREVER);

4. SE UTILIZAR PARA RECLAMAR DA SOGRA NÃO GENERALIZAR (NEM TODA SOGRA É RUIM);

5. NÃO COLOCAR FOTOS QUE EXPONHAM AS PESSOAS (MESMO QUE MEREÇAM).

Perdão pelo excesso de regras, mas é necessário.

E isso não é uma página de humor, é sério!
AH VOCÊ É MULHER??? PODE TENTAR PARTICIPAR. KKKKKKKK

QUANDO TUDO COMEÇOU:

Em janeiro de um ano qualquer, nos meus 18 anos, em uma viagem de família ao litoral, o Seu Tatá, era o motorista da rodada e marido da dona Fafá.
Após dirigir durante todo o dia em várias praias, no calor, sem ar condicionado, carregando muitas bagagens, barracas, isopores e tralhas em geral, tendo visitado 7 praias, sob o comando de dona Fafá e suas filhas, chegou ao final da tarde na casa, sentou no sofá e naturalmente, devagarinho seus olhos pesaram, deu uma pescadinha e quase cochilou. Imediatamente Fafá que o monitorava gritou:
- Tatá seu VAGABUNDO vai comprar pão!! Não quero homem vagabundo em casa!! Onde já se viu fazer isso com a gente! Tá todo mundo com fomeEEE...grrrr!! Não é hora de dormir, dormir é na cama à noiteeeEE!!!!
Seu Tatá (que não merece descanso) foi buscar o pão.
Desde então essa cena cruel não saiu da minha mente, passei a observar os casais à minha volta e percebi que casos como esse são mais comuns do que imaginamos e por questões éticas masculinas, acabamos virando vítimas caladas de um cruel domínio feminino que se dissipa pelo mundo graças à bondade dos homens e à intensa propaganda contra o “machismo”, como se respeito à genética e às tradições fosse um crime.

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